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3 tendências essenciais no desenvolvimento de software que toda a empresa deve conhecer

Empresas de todos os tamanhos estão a investir em soluções de software personalizadas para optimizar operações. Três tendências que vale a pena perceber antes de decidir.

Ilustração de camadas de software com uma linha ascendente

Empresas de todos os tamanhos estão a investir em soluções de software personalizadas para optimizar operações, reduzir custos e responder mais depressa aos clientes. Antes de decidir onde investir, vale a pena perceber três tendências que estão a mudar a forma como o software é construído.

1. Automação inteligente em vez de automação rígida

A automação clássica segue regras fixas: se acontecer A, faz B. Funciona bem enquanto o mundo se comportar como previsto. A automação inteligente acrescenta uma camada capaz de lidar com o que é ambíguo — ler uma factura com um layout que nunca viu, classificar um pedido de cliente escrito em linguagem natural, decidir que um caso deve ir para uma pessoa em vez de ser processado automaticamente.

Para a empresa, a mudança prática é o alcance: processos que antes não compensava automatizar, porque tinham demasiadas excepções, passam a ser viáveis.

2. Software modular em vez de blocos monolíticos

A segunda tendência é estrutural. Em vez de um sistema único que faz tudo e cuja alteração exige mexer em todo o conjunto, os sistemas passam a ser construídos como módulos independentes sobre um núcleo pequeno: autenticação, acesso a dados, validação, vistas.

A vantagem não é académica. Um sistema modular permite acrescentar um módulo de compras sem arriscar o módulo de vendas, e permite instalar apenas o que o cliente precisa hoje sem fechar a porta ao que vai precisar daqui a dois anos.

3. Segurança e conformidade desde o primeiro dia

Durante muito tempo, segurança foi algo que se acrescentava no fim. Deixou de ser possível: as obrigações fiscais são digitais, os dados pessoais estão regulados e um incidente numa empresa pequena custa tanto quanto numa grande.

Na prática isto significa três coisas concretas no software que entregamos: permissões por perfil e por empresa, registo de auditoria de quem alterou o quê, e documentos selados cuja integridade pode ser verificada mais tarde. É trabalho que não se vê no ecrã, mas que é a diferença entre passar ou não passar uma inspecção.

O que fazer com isto

Se está a avaliar um investimento em software, três perguntas resolvem a maior parte da decisão:

  • Este sistema resolve o processo que mais custa dinheiro hoje, ou apenas o mais fácil de programar?
  • Consigo acrescentar um módulo daqui a um ano sem refazer o resto?
  • Quem tem acesso a quê, e existe registo de quem alterou o quê?

Se a resposta a alguma delas for incerta, é aí que vale a pena começar a conversa.

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